Begotten, ou o derretimento dos seus miolos.

 

Esse troço ai é de fritar a cabeça na moralzinha, digo logo. Eu sinceramente não consigo dizer se é extremamente muito bom, ou se é uma porcaria pesadíssima. A linha que separa as duas coisas nesse caso ai é muito, muito leve. O filme certamente foi feito pra ser um mega musical do Terra Tenebrosa ou pra ficar passando num telão durante um festival tipo o Swingfest, é coisa fina e digna.

Só pra sacar por alto, caso você não vá ver o filme inteiro ou não procure nas internets… Dos restos mortais do Deus suicidado surge a Mãe Terra, ela se insemina com o semen do Deus, vaga sofrendo por um tempo,  e dá a luz a um ser convulsionante chamado Carne Sobre Ossos… shoray. A fotografia é toda trabalhada na vilania e o filme não tem diálogos, pra você que não saberia ler as legendas, tudo muito pensado por  E. Elias Merhige, o qual disse na ilha de caras ter inpirado-se numa experiência de quase morte para produzir essa belezinha.

Veja o filme inteiro e me convide para um chá a fim de discutirmos o sentido da existência humana na complexidade paradoxal da hermenêutica dialética do suco de morango, curtirei o convite no facebook.

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