Quase um clip de Precipice & All we love we leave behind

Dia desses eu acabei encontrando esse video de duas músicas da Converge, até que o troço é legal e eu pensei em postar como “Da série ‘clips que deveriam virar filme'”. Só uma pausa para uma breve divagação, me questiono muito por que diabos o povo da converge dividiu isso em duas faixas no All we Love we Leave Behind, a única resposta que encontro é “se o tempo para o set for pequeno a gente não toca Precipice” só consigo pensar nessa explicação, nenhuma outra parece ter alguma lógica.  Precipice e All We Love We Leave Behind encaixam perfeitamente bem demais para serem duas músicas diferentes/separadas dá um saco na coisa junto com o vídeo.

mas dai, foi só dar uma procuradinha de nada nas internet e acabei batendo nisso aqui. A porra do vídeo vem mesmo de um filme, não que isso diminua a qualidade do troço em alguma coisa..

Rovdyr é um filme slash movie norueguês bem +-, já começa pelo fato de ser um slash movie, dirigido por Patrick Syversen; que filmou sei lá o que mais. Mas a pessoa que teve a ideia de juntar trechos do Rovdyr com as duas músicas da Converge conseguiu sim dar um passo à frente na história da humanidade. Tá certo que alguns segundos as coisas não parecem se encaixar muito bem e o video desencaixa da múscia… mas mesmo assim, o clima de slash movie dentro dessas músicas, as quais juntas possuem um tom bastante melancólico, dá um UP na coisa toda geral. Diria até que é uma boa pedida procurar o Rodvyr só pra você sacar um slash movie que não venha dos states. Caso você não seje fluente em norueguês, dá pra procurar por Manhunt por ai que dá no mesmo.


Nowena & Boden

Poderia até ser o nome de uma dupla sertaneja do interior daaa… Finlândia/Suécia/Noruega etc, mas são os nomes de dois sons novos que estarão no Mass V: o próximo material a ser lançado pela Amen Ra, através da abismal Neurot Recordings, dia 27 de novembro, ao que tudo indica. Como tudo mais lançado anteriormente pela banda, o Mass V certamente será lento; desesperador; lento; hipnótico; lento e pesado e certamente uma das melhores coisas lançadas no ano. Cada um dos dois sons já possui um clip e este é o motivo principal desta postagem.

Em “Boden”, temos uma atmosfera ritualística com elementos macabros; lindamente filmados nas sombras de alguma floresta com ares de assombro. A narrativa do clip aproxima-se de pequenos contos com toques de terror, acho eu. São ondas repetitivas de sons densos mescladas a um conjunto de voz/repetições de vozes soando como gritos de vítimas sendo torturadas: um deleite!

Em “Nowena I 9.10”, repete-se a repetição desesperada de acordes e riffs saídos das mais profundas horas escuras; num stop motion regado a degeneração humana. Personagens deformados e cenários distorcidos, com uma leve presença do expressionismo alemão que já se fez presente em tantas produções viedásticas por ai afora; porém com um ar cem por cento “coisa nova” pairando diante dos olhos.


Certamente são vídeos para se ver mais que uma vez, mais que duas vezes, mais que várias vezes… enquanto se aguarda a chegada de Mass V, para varrer, mesmo que temporariamente, suas esperanças.

Amen Ra!


Municipal Waste num dos clipes mais feras da existência.

Nem saco muito Municipal Waste, nunca parei pra securar ouvindo e ouvindo novamente. Maaaaaas, saca só que clip foda; vagabundagi!! Mandaram no youtube um dia desse a pedrada, a música se chama You’r Cut Off, e no clip tem tudo que um rolé insano-violence-destruição-apocalipse precisa ter. É pra sair dando mosh no sofá sozinho no meio da noite, pegar duas facas e ir matar zumbi… antes que comecem os ataques canibais de gente comendo rosto aqui pelo Brésyl.

 

Só pra dar um pinginho mais de notícias nesse portal de novidades: esse ano o MW lança o The Fatal Feast, um Split com a Toxic Holocaust e um EP… tudo isso eu li aqui.


Dead Peasants.

Acabou de sair na net um clip caseirinho, ou D.I.Y; leia como quiser, da Future Ruins. A banda é violentamente boa e a música é simplesmente “dráááááá!!!” Sacaê. A banda lançou recentemente um trampo por um monte de selo, incluindo nomes como Power It Up Records, Halvfabrikat Records, Give Praise Records, Aborted Society Records, Social Bomb Records… tendo nessa lista ai gente que lançou em CD e gente que vai lançar em Vinil. Rola de ouvir, no Reverbnation da banda alguns sons que vão estar/estão no álbum e eu recomendo². Sem mais delongas:


Vislumbre do não visto.

Apenas o clip novo (e nem tão novo assim) da OathBreaker, simples, sem firulas e fuderoso: do jeito que a diretoria aprova.


Todos Contra Um – Grades da Padronização

Pooooourra meooo!  (tipo seu tio comemorando gol da seleção)

Acabou de sair o clip da Todos Contra Um… nem me pergunte se a banda tá na existência ainda: um foi pra lá, o outro pra sei lá onde e obviamente manter uma banda com pessoas morando em 3 estados diferentes deve ser no mínimo complicado. Houveram boatos de que ano que vem os FDPs caras querem dar um rolé tocando, turnezinha e tal. Sei lá como é que vai ser isso, sei que muita gente vai querer sacar a parada e provavelmente vai ser fodinha… certamente os caras vão passear por perto de casa, então tá tudo tranqs.

Além disso, o próximo trampo da banda tá pra ser lançado logo mais na sequência. A bagaceira será chamada “Rebelde Tsunami Tropical” como os putos mesmo já divulgaram…Um mói de gente esperando essa porra agora.

O clipe teve produção de zzzZZZzz…. (abre o link e lê a ficha)

 

Ps: Diego tá ridículo com roupinha de trasher no clip e o bigode do Fura tá/tava muito foda!

 

 

 


Oathbreaker = HardCore + Metal + Drááá!!

Não se engane por essa franjinha, a banda é foda!

Saquei por esses dias essa banda belga e pourran… fiquei de cara: na moral, o bagulho é tenso. Me lembra um pouco coisas como o Day of the Dead com um Converge e Abuso Sonoro por cima(só por que tem vocal feminino), é intenso em algumas partes, rápidão em outros momentos, tem um peso fodido a maioria do tempo e é raivoso, bastante raivoso… lindíssimo. Sei lá… é fuderoso e pronto, vá dar uma sacada e tire a prova dos 9. Caso eu não esteja enganado, na formação da OathBreaker ainda rola o Lennart Bossu, da similarmente fuderosa Amen Ra: sobre a qual eu já falei e reitero a recomendação para você que não foi correr atrás.

Pirei desgraçadamente na capa do álbun, só não achei com resolução melhor :/

O álbun mais novo da Oathbreaker é o Mælstrøm (sim, foi difícil digitar isto aqui), mixado pelo Kurt (da Converge) e foi lançado em junho deste ano pela Deathwish Inc, puta gravadora fodástica. Dá pra ouvir o bagulho inteiro so site da Deathwish inc. O primeiro lançamento da banda, feito em 2008, foi pela Thirty Days of Night junto com a Holyshit e é igualmente  matador, rola de dar uma conferida no som pela Holyshit… é raiva purinha. A banda foi formada também em 2008 e já rodou um bocado na gringa, pelos motivos óbvios… provavelmente você ainda vai ouvir falar bastante, já que tá tendo uma leva de bandas novas fuderosas recentemente.

Ainda dá pra sacar uma entrevista bem bacana com a OathBreaker no Blow the Scene, que é tipo uma possivel digevolução deste blog aqui, caso isto vá parar em algum lugar um dia. Nela a banda fala do significado negativo de suas letras, todas do Maesltrom são baseadas em cartas de tarô por exemplo, do seu processo de criação, do que os inspira aos equipamentos usados na gravação do Maestrom, da formação da banda e de como a cena na Bélgica é parecida com a de qualquer outro lugar… fuderosa.

Pra divulgação do trampo mais novo há este vídeo, da primeira barulehria do Mælstrøm: Origin, uma simplicidade que ficou bacana… bem melhor que aquela frescura toda de clip que quer ser hollywood e acaba virando um troço clichê e mal feito dos clips de um monte de banda de metal… Só faltou uma pegada Converge ai na “presença de palcdo” da galera tocando, mas passa tranquilo.

Depois de ter sacado a banda até recomendei pra mina que grita numa outra daqui de perto, a Come Alive… pelo que vi, acho que se a Come Alive colocar um pouco de Oathbreaker no tempero vai ser super tendência no outro verão. : ]