Seja lá onde seja Gießen…

A Wolfbrigade tocou e o vídeo tá ai, frita.

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Ouça o Damned inteiro, sem parar e no repeat.

Saiu antes de ontem o Damned, trampo novo da Wolfbrigade; tod@s qué. Já apertei o play umas 827 vezes e valeu cada uma delas. Vá procurar sozinh@ um pico pra fazer o download e seje feliz. Ou então, o que eu recomendo beeeeem mais, entra aqui e manda trazer o seu diretinho dos salões de tortura duma das lojas mais bonitas de seja lá qual cidade: a loja da Southern Lord Records. O Cd junto com a camisa sai por 20 dolariuns: cê faz a regra de 3 invertida, tira os 9 fora e põe o frete; vai sacar logo que fica quase baratinho. Garanto arrependimento zero.

A wolfbrigade consegue criar riffs que esmagam seus miolos lindamente. É um troço pesado e raivoso, mas é meio triste e bonito em alguns momentos, a música tem a velocidade certa pra se por tudo de ruim que cai sobre o ombro no dia a dia pra fora; a força que cria uma ânsia de os horroes desse mundo sendo expurgados em algum sentido. Dá pra ouvir o Damned inteiro no BrooklynVegan, aproveite.

Wolfbrigade

 


Wolfbrigade… Wolfbrigade… Wolfbrigade… *__*

Se você segue as coisas certas pelas internet tá sabendo que a Wolfbrigade voltou, se nem sabia da parada do grupo em 2011 tá precisando rever essa roqueiragem ai. Sim, a moedora de ossos vinda da mesma terra de onde saem tantas coisas ruins, no bom sentido, tá ai de volta pra fazer você , que não vai sacar festival na Europa, ficar dando mosh no sofá e pensando “quando diabos eu vou ver isso na minha vida?”. Pode pegar aquela camisa preta bufenta com cabeças de lobos, balas e asas e passar uma semana sem tirar, com o maior carinho do mundo. O grupo vai fazer um bom bocado de apresentações esse ano, incluindo no dia 12/7 uma aprsentação no singelo OEF: aquele rolé que é tipo o festival da boa vizinhança; porém da desgraceira sonora e na República Tcheca. Além disso, lançou uma pedrada nova na internet. “Damned” vai sair pela fuderosíssima² Southern Lord Records em 24 de abril, sem mais… apenas expectativas. É, a volta é com tudo… e lá se vai o dinheiro suado d@ brasileir@. A capa do do Damned nem é lá essas coisas, na minha opinião, mas é Wolbrigade e vai valer cada centavo… quando o orçamento permitir.

 

Dá uma sacada no som novo ai champs, apaga a luz e sente o clima. Eu, particularmente, achei abusrdo.


10 bandas pra você fritar na malevolência.

Depois de ficar preocupado com o futuro dos jovens que vestem camisas pretas e bufentas, fiquei pensando naquela velha história do “se cada um fizer a sua parte…”. Ai: fritei a cabeça preparando uma pequena lista cumas barulheria dignas de serem escutadas no rolé sem medo de ser feliz. Praticamente todas as bandas da lista são novas e estão na ativa, para você não chorar achando que só as bandas antigonas é que eram boas. (Caso eu esteja errado sobre qualquer informação dada aqui: liga pro meu email que eu atendo com carinho).

Sayyadina – Issé grindcore na medida certa, parece uma retomada do trampo da Nasum; falo isso sem vergonha miesmo. o “Mourning the Unknown” é altamente destruidor, pau nas urêa do começo até o final sem dar descanso pra você que foi criado no leite com pêra. O “Fear Gave us Wings” tem uma baita capa bacana, mas é mais fraquinho, ainda assim vai irritar a sua tia e vale muito o rolé.

Alpinist – É gritaria, é raiva, velocidade e sofrimento… vishh parece um ajuntado grind/crust/black metal/screamo(cuidado)/fastcore! Que banda boa da merda meo… viciei nessa peste duns tempos pra cá. É bem verdade que a cada trampo novo que a banda lança a coisa fica mais metal e o meu álbun preferido deles é o primeiro, mas se você fica incomodado com isso você está no blog errado.

Amenra – Ahhhrrrhh!! Peso, peso e mais peso nessa bagaça! Amenra é bruto do começo ao fim, som pra gente com poucos amigos mesmo. Já citei essa banda aqui uma ou duas vezes eu acho. É coisa fina, barulheria feita pra quem tá a fim de jogar a televisão pela janela, chutar a porta da sala ou coisa do tipo. Ainda rolam umas pirações fodidas nos merchans que são de deixar o olhinho brilahdno. Total respeito.

Celeste – Parou, parou, parou!! Essa banda simplesmente tá em outro nível pourra!… O som disso é uma coisa que simplesmene arranca até a sua última gota de malevolência e joga direto na cara do mundo, fodido³. Celeste foi responsável por uma transformação do meu gosto musical, tipo o Napalm death quando eu tinha uns 17, digo isso sem medo de ser infeliz tranquilamente. Além do som ser extremamente denso e antipático a proposta visual da banda é maldita, pare um tempinho pra sacar umas fotos e vídeos da banda e se ligue no rolé: é massa! Até os títulos das músicas são do caralho. Ahh meo, vá se foder! Dá vontade de ficar aqui mega babando a banda num super texto, mas tou pregui.

Test – A piração grindcorística White Stripes. Essa belezinha tá meio que causando no mundo grindcore recentemente. É muita lombra e material bem produzido pra o normal duma banda grind, principalmente em terras tupiniquins. Quem tá ligado no rolé sabe que pela formação/passado dos membros da banda dá pra esperar coisas boas. Test = A.Y.G + D.E.R … amém!

Tragedy – O que motivou esse post foi justamente um papo que tava rolando cuma galhera sobre hardcore melódico = 90% porcaria. Dai eu postei o Ekkaia ontem, tá aqui outro exemplo de como ser bastante melódico e ser fodidamente bom. Bom o suficiente pra criar todo um gênero/subgênero de bandas que vieram depois, inclusive o Ekkaia. Piro bastante no som e recomendo até pra quem acha que NX0 é rock. A Tragedy mudou pra sempre aquilo que os pirados do Discharge começaram… poutaqueopariu. Ai você não sabia disso? Não fique ai na derrota! Vá sacar essa banda agora now vagabund@.

Wolfbrigade – Tá ai, uma banda foda que pegou exatamente a cartilha do Tragedy e misturou com uma coisinha ou outra… óbvio que o resultado tinha que ser bom. Escute isso no talo, siligando nas partes sombrias e introduções, nos sons mais cabeça de motor e nas pegadas mais violentas. É som pra vida toda porra! Cadê que tem banda assim na esquina da sua casa? Tem não mô véi!

Diagnose
– Não ligue pro myspace desatualizado, ninguém liga pro myspace hoje em dia. A Diagnose lançou recentemente o trampo novo, Fútil Rotina, e garoto… tá zuadeira. Rapidão, agressivo e cheio de má vontade. Uma pena que a banda não costuma dar muitos rolés por ai, não que eu saiba. Diagnose é tipo uma RATM do crust/grind nordestino… pra quem tem camisa velha do Extreme Noise Terror é bagulho mais que obrigatório, o ministério do rock recomenda. É fodido!

Gadget – Fritação grind na tora, isso representa por demais da conta a maldade do serumano! Gadget é… puts… assim; aquela banda que faz falta numa noite de sexta na R. do Lima (pra você que é de Recife). Bote isso pra tocar e veja a cara de “ai meldeus” que as pessoas vão fazer. A notícia mais recente (e velha) que eu tenho é que lançaram um split com o Phobia, só pra você ter noção da trolha que é a coisa. É rocha!?

Ictus – Favor não confundir com os zilhões de grupos golspels (aarrrgghh!!) que devem existir com esse nome. A Ictus vai dos momentos mais densos e depressivos que os rifs lentos e pesadões podem oferecer até à gritaria ultraveloz que eu tanto amo. É uma puta mistura de guitarrinhas bonitas com uma densidade de assustar, a coisa é boa e fodástica meo, vale muito conferir.

 

Agora tá ai, a minha parte eu fiz e você só continua sendo motivo de chacota entre seus coleguinhas se quiser.

Responsabilidade social a gente vê por aqui.

Ps: este post não tem fotos.

Pss: o nome de todas as bandas da lista é formado por uma palavra só, até os que são formados por mais de uma palavra.